
A VIAGEM DOS SONS
“A Música Portuguesa no Mundo”
Coleção Oficial da Expo98
Tradisom
CD's com Livretos bilingue e trilingue
**A Colecção completa
– As viagens protagonizadas pelos portugueses, que a partir do século XV se aventuram na procura de outros mares e de outras terras, definem-se também pelos processos de permuta onde a música, nem sempre da forma mais transparente, ocupou um espaço privilegiado.
É neste quadro que se desenvolve o conceito central desta colecção, procurando ilustrar sonoridades que resultam do transplante de estruturas e de expressões associadas à música, para as quais o papel dos portugueses, durante o período designado por “Descobrimentos”, foi decisivo.
Mas, mais emocionante do que procurar vestígios da música portuguesa nas músicas do planeta pretende-se, acima de tudo rever de que forma os contextos e as pessoas que adoptaram as músicas levadas pelos portugueses, ou através deles, devolvem à história novas sonoridades expressivas, que entretanto adquiriram autonomia e vitalidade, gerando outros universos sonoros. É aqui que “a viagem dos sons” conhece o seu maior encanto e significado.
Os discos:
Goa – “Gavana”
Sri Lanka – “Cantigas do Ceilão”
Sri Lanka – “Baila Ceilão Cafrinha!”
Damao, Diu, Cochim, Korlai – “Desta Barra Fora”
Malaca – “Kantiga Di Padri Sa Chang”
Sumatra – “Kroncong Moritsko”
Macau – “Fála-Vai Fála-Vem”
Timor – “Tata-Hateke Ba Dok”
Moçambique – “Makwayela”
S. Tomé – “Tchiloli”
Cabo Verde – “Dez Granzin Di Tera”
Brasil – “Cavalo Marinho da Paraíba”
AMÁLIA RODRIGUES
Farol Música 2009.
– «Neste CD incluímos duas cantigas, “Neblina”, do filme “Moulin Rouge” (1952) e “Quando a noite vem”, ou “Limelight”, do filme com este nome do inesquecível Charles Chaplin. Estas duas cantigas, editadas em 78 rotações, corria o ano de 1954, com versos adaptados de David Mourão Ferreira (no caso de “Neblina” assina como DJ. Ferreira), foram escritas propositadamente para a sua voz, possibilitando, assim, à cantora interpretações muito “amalianas”, transbordantes de sentimento.
Na mesma série de discos de 78 rotações, editou-se em 1953, sob o selo Columbia, o disco “Uma Casa Portuguesa – Vieste Depois”, com este último título a dar o nome a um fado de Jaime Santos, com versos do poeta Linhares Barbosa, autor de vários sucessos de Amália, como “Lá por que tens cinco pedras” ou “Alamares”, todos eles na linha do tradicionalismo dos fados dos anos 40 e 50. Podemos agora voltar a ouvir uma maravilhosa interpretação daquele que é considerado o fado mais desconhecido de Amália, uma raridade apenas reeditada num LP-compilação dos discos de 78 rotações dessa época, intitulado “Os 8 Maiores Êxitos-1954”, e num EP espanhol dos anos 60, da editora “La voz de su Amo”.
Como acontecera com o fado “Perseguição”, “Vieste Depois” afastava-se do tipo de poesia que Amália procuraria dali em diante, razão por que ficou esquecido no tempo.
Simultaneamente, rendidas a estes sucessos, abriram-se para Amália as portas dos Estados Unidos da América. Depois de uma tournée no México, Amália triunfa em Hollywood, gravando em Nova Iorque o seu primeiro LP de canções originais “Amália Rodrigues – Sings fados from Portugal y flamencos de España” (1954), um título cheio de contradições, uma vez que este género de cantigas espanholas são “canción española” e não flamenco. Seja como for, com esta edição, afirmou-se a sua condição de “cantora Ibérica”.»
ARMANDINHO
UMA SELEÇÃO ÚNICA DAS SUAS MAIS IMPORTANTES GRAVAÇÕES 1928/1946
COLEÇÃO MEMÓRIAS DO FADO
– A guitarra portuguesa está, há muito, ligada ao imaginário da música popular portuguesa. Aos guitarristas coube a primazia de compor novas músicas, de descobrir e ensaiar novos valores e de dirigir o panorama estético das canções urbanas. Com este disco, propomos aos ouvintes a audição daquele que por todos é considerado como um dos maiores vultos na história da guitarra portuguesa e do fado. Armando Augusto Freire, mais conhecido pelo diminutivo e nome artístico de Armandinho, nasceu em 11 de outubro de 1891 e acompanhou em clubes, festas de teatro, casas de fados, e em todo o género de ocasiões todos os grandes nomes do fado e do teatro do seu tempo, entre os quais Amália Rodrigues; Alfredo Marceneiro, que estreou o seu Fado do Estoril; Joaquim Campos; Maria do Carmo (1894 – 1964); José Porfírio (1909 – 1940); Renato Varela (1909 – 1946); Maria Emília Ferreira (1896 – 1941); entre outros. Alguns dos seus fados e muitas variações de sua autoria fazem ainda parte essencial do reportório vulgar do género nos dias correntes, enaltecendo-se a sua rara qualidade intemporal.
ARMANDINHO
ARQUIVOS DO FADO
gravações digitalizadas de discos de 78 rotações
– A primeira vez que Armandinho apareceu em gravação remonta a Agosto de 1926, quando a Columbia lançou três discos seus, de 78 rotações, onde figurava o seu nome verdadeiro – Armando Augusto Salgado Freire, nascido em Lisboa, no Pátio do Quintalinho, perto da Rua das Escolas Gerais, em Alfama, a 11 de Outubro de 1891.
A maior parte das gravações de 1928 foi editada ao longo de 1929, através da etiqueta exclusiva do Grande Bazar “EQ”, série HMV (5). As três primeiras edições (152, 153 e 166) apareceram em catálogo em Janeiro, um outro registo (189) apareceu em Fevereiro e um outro em cada um dos suplementos de Março e Abril (197 e 204). O suplemento de Junho trouxe o EQ217, e os EQ222 e EQ228 apareceram no mês seguinte, deixando para trás dois títulos não editados da primeira sessão. Em Setembro de 1929, com honorários que totalizaram novecentos e cinquenta escudos, os dois músicos gravaram mais cinco faces, e dessa sessão saiu, num “tour de force”, “Olhos Bonitos” (248), mesmo a tempo do Natal de 1929.
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