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A CORRESPONDÊNCIA DE FRADIQUE MENDES
Eça de Queiroz
Lello & Irmão, Porto 1980. 11,5x16cm. 219[1] págs
Biblioteca Iniciação Literária
“A minha intimidade com Fradique Mendes começou em 1880, em Paris, pela Páscoa, – justamente na semana em que ele regressara da sua viagem à África Austral. O meu conhecimento porém com esse homem admirável datava de Lisboa, do ano remoto de 1867. Foi no Verão desse ano, uma tarde, no Café Martinho, que encontrei, num número já amarrotado da “Revolução de Setembro”, este nome de C. Fradique Mendes, em letras enormes, por baixo de versos que me maravilharam.”
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Cartas a Olga – Reflexões da Prisão
Vaclav Havel
Edição «Livros do Brasil» Lisboa 1991. 14,5×21,5cm. 257[3] págs
Colecção Vida e Cultura
Tradução de Manuela Bacelar
– «Escritor, dramaturgo e político checo. Nasceu em 1936, em Praga. Militante da liberalização do regime desde a Primavera de Praga, tornou-se conhecido como activista da defesa dos direitos humanos, o que lhe valeu ser preso por diversas vezes. Com o fim do regime comunista, foi nomeado presidente da República (1989-1992). Demitiu-se quando o país ficou dividido com a declaração de independência da Eslováquia, mas em Janeiro de 1993 regressou à presidência, tendo sido eleito pelo Parlamento.»
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VISCONDE DO MARCO
Cartas de Camilo e de D. Ana Plácido
Livraria Popular de Francisco Franco, Lisboa 1933. 12,5x19cm. 157[7] págs
– Ilustrado com Carta Autografada por Camilo Castelo Branco e retratos seus em folhas à parte
do índice:
Cartas de Camilo para o Dr. Adolfo Soares Cardoso
Cartas de Camilo para o Conselheiro Duarte Gusmão Nogueira Soares
Cartas de Camilo para Francisco de Paula da Silva Pereira
Cartas de Camilo para José Mendes de Carvalho
Cartas de D. Ana Plácido para Francisco de Paula da Silva Pereira
Cartas de D. Ana Plácido para o Conselheiro Duarte Gustavo Nogueira Soares
Correspondência trocada entre Camilo, D. Ana Plácido e o Conselheiro Duarte Gustavo Nogueira Soares
Apêndice.
– «Tiraram-se 200 exemplares desta obra em papel especial que vão numerados
Nº 41». Autografado pelo Visconde do Marco
Bom exemplar, por abrir, possui dedicatória, pelo Autor, ao “colega e amigo Henrique de Mendonça”

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CARTAS DE SUA MAJESTADE A RAINHA SENHORA DONA AMÉLIA A D. MANUEL DE BASTOS PINA
Bispo-Conde de Coimbra
Livraria Clássica Editora, Lisboa 1948. 15,5x23cm. 261[3] págs
Com ilustrações
“[…] tornado pública esta correspondência privada, presta-se à verdade dos factos a que ela se refere – e que tão deturpada foi por paixões políticas desencadeadas num torvelinho de ódios, calúnias e malquerenças como poucos se registam na nossa, aliás acidentada, História contemporânea – o mais alto e assinalado serviço.”
Exemplar por abrir. Muito raro
ANTÓNIO DE ANDRADE
Cartas do Tibete
Livros de Bordo, 2016. s.l.. 13x19cm. 157[3] págs
Prefácio de José Raimundo Noras
“No ano de 1624, António de Andrade, padre jesuíta em missão na Índia, chegou pela primeira vez ao reino de Guge, no Tibete Ocidental. Uma viagem histórica que marcou o início do contacto entre a Europa e o povo tibetano. Cartas do Tibete reúne as narrativas de viagem do missionário português, natural de Oleiros, que atravessou uma das mais altas cordilheiras montanhosas do mundo num caminho até um reino então totalmente desconhecido. Fundador da primeira missão católica no Tibete, António de Andrade deixou nas suas cartas um precioso registo histórico, cultural, religioso e geográfico, publicado agora pela primeira vez na íntegra.”
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