A ARTE GREGA
FLAVIO CONTI
Edições 70, colecção “Como Reconhecer”, Lisboa 1995. 12,5x19cm. 68 págs
São analisados três sectores principais, alem de outras artes, a Arquitectura, a Escultura e e a Pintura. Com um glossário de base, esclarece pontos essenciais.
Ilustrações a cores.
A ARTE ISLÂMICA
GABRIEL MANDEL
Revisão e apêndice «Arte Islâmica em Portugal» de José Manuel Pedreirinho
Edições 70, colecção “Como Reconhecer”, Lisboa 1995. 12,5x19cm. 68 págs
São analisados três sectores principais, alem de outras artes, a Arquitectura, a Escultura e e a Pintura. Com um glossário de base, esclarece pontos essenciais.
Ilustrações a cores.
A ARTE MESOPOTÂNICA
SABATINO MOSCATI
Edições 70, colecção “Como Reconhecer”, Lisboa 1989. 12,5x19cm. 63 págs
São analisados três sectores principais, alem de outras artes, a Arquitectura, a Escultura e e a Pintura. Com um glossário de base, esclarece pontos essenciais.
Ilustrações a cores.
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ANÁLISE DE CONTEÚDO
Laurence Bardin
Edições 70, Lisboa 2004. 15,5×23,5cm. 223 págs
Tradução de: Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro
do Prefácio: «O que é a análise de conteúdo actualmente? Um conjunto de instrumentos metodológicos cada vez mais subtis em constante aperfeiçoamento, que se aplicam a «discursos» (conteúdos e continentes) extremamente diversificados. O factor comum destas técnicas múltiplas e multiplicadas — desde o cálculo de frequências que fornece dados cifrados, até à extracção de estruturas traduzíveis em modelos – é uma hermenêutica controlada, baseada na dedução: a inferência. Enquanto esforço de interpretação, a análise de conteúdo oscila entre os dois pólos do rigor da objectividade e da fecundidade da subjectividade. Absolve e cauciona o investigador por esta atracção pelo escondido, o latente, o não-aparente, o potencial de inédito (do não dito), retido por qualquer mensagem. Tarefa paciente de «desocultação», responde a esta atitude de voyeur de que o analista não ousa confessar-se e justifica a sua preocupação, honesta, de rigor científico. Analisar mensagens por esta dupla leitura, onde uma segunda leitura se substitui à leitura «normal» do leigo, é ser agente duplo, detective, espião… Dai a investir-se o instrumento técnico enquanto tal e a adorá-lo como um ídolo capaz de todas as magias, fazer-se dele o pretexto ou o álibi que caucione vãos procedimentos, a transformá-lo em gadget inexpugnável do seu pedestal, vai um passo… que é preferível não transpor.
O maior interesse deste instrumento polimorfo e polifuncional que é a análise de conteúdo reside – para além das suas funções heurísticas e verificativas — no constrangimento por ela imposto de alongar o tempo de latência entre as intuições ou hipóteses de partida e as interpretações definitivas. Ao desempenharem o papel de «técnicas de ruptura» face à intuição aleatória e fácil, os processos de análise de conteúdo obrigam à observação de um intervalo de tempo entre o estímulo-mensagem e a reacção interpretativa.
Se este intervalo de tempo é rico e fértil, então há que recorrer à análise de conteúdo…
Este livro pretende ser um manual, um guia, um prontuário. Tem por objectivo explicar o mais simplesmente possível o que é actualmente a análise de conteúdo e a utilidade que pode ter nas ciências humanas. Para desempenhar melhor esta tarefa foram tomadas algumas opções.
– Descrever a evolução da análise de conteúdo, delimitar o seu campo e diferenciá-la de outras práticas (primeira parte: história e teoria).
– Pôr o leitor imediatamente em contacto com exemplos simples e concretos de análise, decompondo pacientemente o mecanismo dos processos (segunda parte: práticas).
– Descrever a textura, ou seja cada operação de base, do método, fazendo referência à técnica fundamental, a análise de categorias (terceira parte: métodos).
– Apresentar, indicando os seus princípios de funcionamento, outras técnicas diferentes nos seus processos mas que respondem à função da análise de conteúdo (quarta parte: técnicas).
No conjunto tentou-se conseguir um equilíbrio entre a diversidade (referência a trabalhos americanos frequentemente mal conhecidos em França; indicação das possibilidades de tratamento informático; menção de aplicações a materiais não linguísticos) e a unidade (no início dos últimos vinte e cinco anos do século XX era necessário desembaraçar a análise de conteúdo dos diversos olhares sobre «o que fala» e marcar a sua especificidade).»
ARTESANATO, CULTURA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Um Estudo de Campo e Três Ensaios Breves
José Maria Cabral Ferreira
Imprensa Nacional-Casa da Moeda 1983. 15x24cm. 184[4] págs. Ilustrado.
Temas portugueses
Do índice:
•A Olaria de Vilar de Nantes.
•A Profissão de Oleiro
•A Olaria de Bisalhães
•Do Artesanato na Região Norte de Portugal
•Cultura e Defesa do Património Cultural
•Notas Sobre a Criação duma «Casa da Cultura de Mirandela»
•Política Cultural e Estratégica de Desenvolvimento Regional
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CARLOS EDGARD
Ministério da Educação Nacional
Direcção-Geral da Educação Permanente, s.l. 1974. 11,16,5cm. 117 páginas
Colecção Educativa – Série C – Nº10
Profusamente ilustrado em separado.
Exemplar em muito bom estado com miolo limpo.
Um breve estudo de como se distribuem os instrumentos por naipes dentro das orquestras, a sua função melódica ou polifónica, conforme produzem sons sucessivos ou simultâneos, e a sua classificação quanto ao material de que são fabricados.
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